Política

Confusão marca audiência na Câmara e aliados de Neto acusam governo

Publicado dia 21/09/2017 às 09h21min | Atualizado dia 21/09/2017 às 09h26min
Líder da oposição, José Trindade (PSL) nega que tumulto foi orientado por “militantes do governo”, como apontam vereadores aliados do prefeito

Uma audiência pública no Centro de Cultura da Câmara de Salvador terminou em confusão, na noite desta quarta-feira (20), e os aliados do prefeito ACM Neto (DEM) acusaram “militantes do governo” de Rui Costa (PT) de tramar o tumulto.

 

A discussão era sobre fechamento da UPA de Roma – administrada pelo Estado – e foi convocada pelo vereador Valo Malassombrado (DEM). “Não teve agressão física, mas houve agressão verbal. Tive que tirar a vereadora Lorena Brandão e chamar a polícia. Foi um ato de militantes orientados pelo governo. Sete ou oito caras dizendo que a UPA era da prefeitura e que não queriam que tocassem o debate. Eu me retirei e tirei Lorena, porque começou um empurra-empurra e jogaram umas coisas nas pessoas. Aí falei: ‘Vai partir para agressão, vamos sair’”, relatou o vereador Cezar Leite (PSDB), em entrevista ao bahia.ba.

 

O líder da oposição na Câmara, José Trindade (PSL), negou que o tumulto foi promovido por “militantes do governo”. “Eles [aliados de ACM Neto] quiseram politizar. Eram moradores do Subúrbio [que protestavam]. Em todo debate, tem quem é contra e quem é a favor. Querem usar a saúde para fazer oba-oba político. Aí houve as pessoas não gostaram”, afirmou.

 

Nesta quarta, em reunião no Palácio Thomé de Souza, o prefeito ACM Neto orientou a sua bancada a apontar “erros” da gestão de Rui Costa.Do Bahia.BA


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Fonte: Bahia.BA

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